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Francis Hime lança álbum de inéditas, repleto de convidados

  • Foto do escritor: Redação do Música Boa
    Redação do Música Boa
  • há 21 minutos
  • 2 min de leitura

No dia 4 abril, chega às plataformas de streaming “Não navego pra chegar”, novo álbum de Francis Hime. O projeto reúne apenas canções inéditas, além de convidados especialíssimos, entre parceiros, intérpretes e músicos.

 

Com 60 anos de carreira, Francis completou 85 de vida durante a gravação do álbum (em 31 de agosto de 2024), uma comemoração cercada de colaboradores dos quais o compositor é fã inconteste. “A linha musical deste disco remete a outros trabalhos meus, como o ‘Essas Parcerias’, de 1984, e aos volumes 1 e 2 do ‘Álbum Musical’, com a particularidade de termos aqui apenas músicas inéditas”, pontua Hime.

 

“Não navego pra chegar” é fruto de um trabalho coletivo, a começar pelas próprias composições. “A parceria musical na melodia foi uma experiência nova e estimulante. A partir da ideia inicial do meu parceiro compositor, eu segui compondo a sequência. Assim eu fiz com Ivan Lins em “Imaginada”, com Maurício Carrilho em “Não navego pra chegar”, e com Zé Renato em “Imensidão”. É muito interessante o quebra-cabeça de manter a unidade da música a partir da proposta inicial da composição. Por sinal, as três com letras de Olivia (Hime), cada vez mais craque nesse ofício”, detalha Francis Hime sobre o processo de criação da nova safra. Olivia Hime assina ainda as letras de ”Samba pra Martinho (com Geraldo Carneiro) e “Imaginada”(com Ivan Lins).

 

Dois parceiros chamam atenção no álbum: Ziraldo (1933/2024) e Bráulio Pedroso (1931/1990). Com o cartunista, escritor e pintor, Francis fez a canção “Infinita” para a peça teatral “Belas Figuras’”, que nunca havia sido gravada. “Bráulio Pedroso é outro parceiro cuja canção, ‘Tempo Breve’, estava aguardando, há anos, pela incrível interpretação de Zélia Duncan”, conta. Zélia, por sinal, também é parceira de Francis na música “Chuva”.

 

Outros convidados surgem em duetos no álbum, reforçando o caráter coletivo de “Não navego pra chegar”. “Simone me botou pra sambar em ‘Samba pra Martinho’.  Mônica, com seu bom gosto, musicalidade e interpretação impecáveis, me fez segurar o andamento de ‘Não navego pra chegar’, fazendo dela um choro-canção. Leila Pinheiro fez milagres com ‘Tomara que caia’ (Francis e Moraes Moreira), uma salsa dificílima de cantar. Dori Caymmi, meu compadre querido, me enche de ternura com sua voz em ‘Um rio’”, enumera orgulhoso o pianista, compositor e maestro.

 

A lista de duetos conta ainda com Zé Renato, Lenine e Olívia Hime, presenças constantes em trabalhos de Francis Hime. ”Zé Renato, quando canta, me dá vontade de ir pro piano compor uma melodia só pra ele, como fiz em ‘Sinfonia do Rio’. Lenine reinventa de maneira única “Chula Chula” (Francis e Geraldo Carneiro), é um sol, e Olivia, como sempre firme e doce, gravou ‘Infinita’, minha única parceria com Ziraldo”.  “Shakespeareana” completa o repertório do álbum (Francis Hime e Geraldo Carneiro), com Francis nos vocais e a participação do Quarteto Maogani.          


Vale destacar os instrumentistas excepcionais que participam do projeto, como Paulo Aragão, Jorge Helder, Diego Zangado, Ricardo Silveira, Luciana Rabello, Maurício Carrilho, Kiko Horta, Marcus Thadeu, Aquiles, Dirceu Leite, Hugo Pilger e Cristiano Alves.



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